UFMT anuncia reforço na segurança com vigilância e novas câmeras; veja vídeo

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) decidiu adotar medidas emergenciais para aumentar a segurança no campus de Cuiabá após registrar um homicídio e dois casos de assédio contra alunas. A reitora Marluce Souza e Silva anunciou nesta quinta-feira (31) um pacote de ações que inclui a instalação de câmeras de monitoramento, a reestruturação das guaritas, o aumento do número de vigilantes — incluindo mulheres no efetivo — e a adesão ao programa estadual “Vigia Mais MT”.

Reitora anuncia pacote de segurança com foco em vigilância e prevenção

Em pronunciamento oficial, Marluce afirmou que a UFMT já iniciou a instalação de câmeras em pontos estratégicos do campus e que, nos próximos dias, os serviços de vigilância passarão por expansão. A administração da universidade também iniciou o mapeamento das áreas mais vulneráveis e confirmou que pretende modernizar todas as guaritas de entrada e saída.

A reitora afirmou que a adesão ao “Vigia Mais MT” melhora o monitoramento e o controle do campus. De acordo com ela, essas medidas visam garantir tranquilidade e proteção para toda a comunidade acadêmica, especialmente para as mulheres, que têm sido as maiores vítimas das ocorrências recentes.

Casos de violência causam temor e mobilizam a comunidade acadêmica

A escalada de violência no campus gerou uma onda de preocupação entre estudantes, professores e funcionários. O caso de homicídio, somado aos episódios de assédio sexual, provocou manifestações de repúdio e pressão por respostas imediatas. Representantes de centros acadêmicos e movimentos estudantis chegaram a organizar atos simbólicos e cobrar ações concretas da reitoria.

Diante do cenário, a UFMT reforçou a segurança e incluiu mulheres na equipe de vigilância para ampliar a proteção e o acolhimento no campus.

Vigilância com presença feminina promete mais acolhimento

Ao incluir agentes mulheres na equipe de vigilância, a UFMT busca não apenas aumentar a segurança física do campus, mas também melhorar a escuta e o atendimento às vítimas. Estudantes relatam que, muitas vezes, deixam de denunciar situações de assédio por falta de acolhimento adequado. A universidade quer tornar o campus mais seguro e acolhedor com apoio do Estado e mudanças internas.

Perguntas frequentes:

O que motivou a UFMT a reforçar a segurança no campus?
A universidade reagiu a um homicídio e dois casos de assédio registrados nas últimas semanas.

Quais ações a UFMT está adotando?
A instituição está instalando câmeras, reformando guaritas, contratando mais vigilantes e aderindo ao programa “Vigia Mais MT”.

A presença de agentes mulheres faz parte das mudanças?
Sim. A UFMT incluiu vigilantes do sexo feminino para melhorar o acolhimento e a sensação de segurança.