Mato Grosso liberou a pesca nos rios a partir de 1º de fevereiro de 2026. Com o fim do defeso da piracema, os pescadores já podem retomar a atividade em todas as bacias hidrográficas do estado — Paraguai, Amazônica e Araguaia-Tocantins. A medida segue o calendário oficial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), que iniciou o período de proteção reprodutiva em 1º de outubro de 2025.
Durante quatro meses, o governo suspendeu a pesca para garantir a reprodução natural dos peixes. Agora, com a retomada, as autoridades exigem o cumprimento rigoroso das normas ambientais, incluindo a Lei do Transporte Zero, ainda em vigor.
Estado reforça proibição de 12 espécies
Mesmo com a liberação da pesca, o estado mantém a proibição da captura, armazenamento, transporte e comercialização de 12 espécies nativas consideradas vulneráveis. A Sema-MT atualizou a lista e reforçou a fiscalização sobre:
- Cachara
- Caparari
- Dourado
- Jaú
- Matrinchã
- Pintado (ou Surubim)
- Piraíba
- Piraputanga
- Pirarara
- Pirarucu
- Trairão
- Tucunaré
Quem desrespeitar a norma pode receber multa e perder pescado, petrechos e embarcação
Batalhão Ambiental fiscaliza de forma contínua
O Batalhão da Polícia Militar de Proteção Ambiental segue com ações ostensivas nos rios e estradas. Os agentes fiscalizam documentos, embarcações e o cumprimento integral da legislação.
O governo mantém a vigilância ativa para coibir abusos, proteger os recursos naturais e punir práticas ilegais.
Perguntas frequentes
A pesca começou em 1º de fevereiro de 2026, após o fim do defeso.
Dourado, pintado, pirarucu e outras 9 espécies seguem proibidas.
Apenas o pescador profissional pode; o amador deve consumir no local.
Sim. A lei exige carteira de pesca válida, amadora ou profissional.

