Campo Novo do Parecis entrou na nova trend das redes sociais que valoriza paisagens brasileiras. A iniciativa começou na Rocinha (RJ), ganhou alcance nacional e mobilizou cidades. No município mato-grossense, a prefeitura apostou no etnoturismo para atrair visitantes e fortalecer a identidade regional.
A prefeitura divulgou um vídeo que destaca uma cachoeira cercada por vegetação intensa e cores vibrantes. O conteúdo combina impacto visual e narrativa cultural. Com isso, a gestão amplia o alcance digital e posiciona a cidade no cenário turístico nacional.
Internautas reagiram rapidamente. Usuários compararam versões da trend entre cidades e ampliaram o engajamento. Esse movimento reforça o papel das redes sociais como ferramenta direta de promoção territorial e econômica.
Etnoturismo fortalece economia local e preserva cultura
O vídeo valoriza práticas e tradições indígenas. Campo Novo do Parecis abriga comunidades que mantêm costumes ancestrais. Esse fator agrega autenticidade ao turismo e diferencia o município no Brasil.
O etnoturismo gera renda e incentiva a preservação cultural. Especialistas defendem que gestores devem comunicar esse tipo de conteúdo com responsabilidade para evitar distorções ou exploração indevida.
Redes sociais ampliam disputa por visibilidade entre cidades
Cidades passaram a disputar atenção nas plataformas digitais. Algoritmos priorizam conteúdos visuais fortes. Mato Grosso se beneficia desse cenário por reunir paisagens naturais de grande impacto.
O turismo sustentável cresce no Brasil. Vídeos curtos influenciam decisões de viagem e ampliam o alcance de destinos pouco explorados. Prefeituras e órgãos públicos utilizam esse recurso como estratégia.
Etnoturismo é uma modalidade que valoriza culturas tradicionais, como povos indígenas. Ele promove experiências autênticas com respeito à identidade, costumes e território das comunidades envolvidas.
Campo Novo do Parecis fica na região noroeste de Mato Grosso. O município se destaca pela produção agrícola e pela presença de comunidades indígenas.
Não sem autorização. A legislação brasileira protege a imagem e a cultura de povos tradicionais. O uso indevido pode gerar responsabilização civil e penal.

