A deputada Erika Hilton (PSOL) reagiu com firmeza à rejeição de 70% dos membros da Câmara pelo fim da escala 6×1, criticando o que chama de “crueldade das elites contra o povo”. Em um pronunciamento público, ela afirmou que o resultado fortaleceu seu empenho em buscar a aprovação da proposta e proteger a dignidade dos trabalhadores.
Escala 6×1 compromete dignidade e qualidade de vida
Erika classificou a escala 6×1 como um “modelo exploratório, exaustivo e incompatível com a dignidade humana”. Para ela, as classes dominantes demonstraram com o voto que desejam manter trabalhadores vivendo apenas para trabalhar, sem espaço para descanso, cuidados pessoais ou convívio familiar.
Mandato ativo e mobilização nas ruas
A parlamentar deixou claro que o trabalho legislativo e a mobilização popular não vão parar. “Meu mandato, o mandato do Rick Azzevedo e o Movimento VAT seguirá firme todos os dias, indo às ruas até vencermos essa luta”, declarou. Ela destacou que recusa manter uma postura passiva enquanto direitos trabalhistas estiverem ameaçados.
Rejeição trouxe combustível
Erika criticou ainda as tentativas de deslegitimar seu mandato, acusando adversários de usar “cortina de fumaça” para silenciar sua atuação parlamentar. Ela afirmou que todas essas tentativas, em vez de desmotivá-la, serviram para reforçar seu compromisso com a causa trabalhista e social.
Perguntas e Respostas
Ela permite que trabalhadores trabalhem seis dias seguidos, com apenas um dia de descanso, gerando desgaste físico, mental e prejuízo à qualidade de vida.
Erika Hilton afirmou que o resultado fortalece sua convicção e irá intensificar a luta pela mudança, com atuação parlamentar e mobilização popular.
Rick Azzevedo e o Movimento VAT estão trabalhando juntos com Erika Hilton, tanto dentro quanto fora do Congresso, para pressionar pela reformulação da escala 6×1.

