Um relato emocionante sobre violência doméstica veio à tona no mundo do samba.
A porta-bandeira Cris Caldas revelou ter vivido anos em um relacionamento abusivo.
Agressões físicas, ameaças e violência psicológica foram relatadas durante entrevista.
A declaração foi feita pela primeira vez publicamente em entrevista concedida à jornalista Luzia Lacerda. Segundo Cris Caldas, o relacionamento com uma pessoa conhecida do samba começou de forma tranquila, mas passou a mudar drasticamente após os primeiros anos.
Foto/ Vídeo: Reprodução
De acordo com o relato apresentado, agressões físicas e psicológicas passaram a fazer parte da rotina vivida pela porta-bandeira.
Ameaças direcionadas aos padrinhos idosos, responsáveis por sua criação, também teriam sido feitas durante o relacionamento.
Violência teria aumentado com o passar dos anos
Segundo Cris Caldas, o relacionamento durou cerca de 10 anos.
Ainda conforme o relato, mudanças começaram a acontecer após os dois primeiros anos de convivência.
Empurrões, agressões mais violentas, beliscões e cuspes foram mencionados durante a entrevista.
Em um dos episódios relatados, o rosto da porta-bandeira teria ficado deformado após um soco.
Maquiagem teria sido usada para esconder agressões
Segundo o depoimento, uma gravação ao vivo precisou ser realizada logo após uma das agressões.
Na época, Cris Caldas atuava como porta-bandeira da União da Ilha.
De acordo com o relato, ajuda de um maquiador teria sido solicitada para esconder marcas roxas deixadas no rosto antes da participação na gravação.
Relato gerou repercussão nas redes sociais
Após a entrevista, mensagens de apoio passaram a ser compartilhadas nas redes sociais.
O caso também levantou debates sobre violência doméstica e relacionamentos abusivos.
A identidade do ex-companheiro citado no relato não foi divulgada.
Perguntas e respostas:
É uma relação marcada por violência física, psicológica, ameaças, humilhações ou controle excessivo.
Sim. A prática pode gerar responsabilização criminal conforme a legislação brasileira.
Sim. A lei prevê medidas de proteção para mulheres vítimas de violência doméstica.

