Mãe agride filha e reação da policial durante abordagem ganha repercussão; veja vídeo

FOTO: Reprodução

Uma ocorrência grave chocou moradores de Vitória de Santo Antão, em Pernambuco. Uma mulher agrediu a própria filha, de apenas 11 anos, e provocou forte reação entre vizinhos. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo e, por isso, recebeu ajuda inicial de moradores da região. Além disso, as autoridades afirmaram que a mãe se recusou a prestar qualquer socorro, o que aumentou a preocupação sobre o estado da menina. A criança chegou ao hospital da cidade e recebeu atendimento médico logo depois.

VÍDEO: Blog Portal da Serra

Vídeo mostra policial reagindo e intensifica debate nas redes sociais

Durante a abordagem policial em frente ao hospital, a mulher tentou impedir que a filha desembarcasse do veículo. A atitude gerou tensão e dificultou o trabalho da equipe. Nesse momento, uma policial militar questionou a suspeita sobre as agressões e, em seguida, deu um tapa no rosto dela, afirmando: “Você não gosta de bater?”. O vídeo se espalhou rapidamente pelas redes e, dessa forma, ampliou o debate sobre a conduta policial. A gravação também reforçou a indignação pública diante da violência sofrida pela criança.

Polícia acompanha o caso e abre investigação sobre a ação

Após o episódio, os policiais contiveram a suspeita, efetuaram a prisão e a levaram para a delegacia do município. O Conselho Tutelar e o Ministério Público passaram a acompanhar a situação da criança, que agora permanece sob responsabilidade do Centro de Assistência Familiar. Além disso, a Polícia Militar de Pernambuco anunciou a abertura de uma investigação para analisar toda a abordagem registrada no vídeo. As equipes avançam na apuração e, portanto, avaliam cada detalhe que envolve tanto a agressão quanto a intervenção policial.

Perguntas e respostas:

O que motivou a prisão da mãe?

A prisão ocorreu porque ela agrediu a filha e dificultou o atendimento médico.

Por que o vídeo viralizou?

O vídeo mostra a policial dando um tapa na suspeita durante a abordagem.

Quem acompanha o caso da criança?

O Conselho Tutelar, o Ministério Público e o Centro de Assistência Familiar.