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Papa Leão XIV faz alerta sobre armas autônomas e risco da inteligência artificial fora de controle humano; Veja vídeo

Um alerta forte foi feito pelo Vaticano.
O Papa Leão XIV falou sobre riscos da inteligência artificial.
Armas autônomas foram citadas como ameaça preocupante.

O Papa Leão XIV alertou nesta segunda-feira (25/5) que sistemas de armas autônomas estão se tornando “praticamente além do alcance humano” de controle. A declaração foi feita durante a apresentação de uma encíclica voltada aos riscos e impactos da inteligência artificial.

Foto/ Vídeo: Vatican Media via Reuters

Segundo o pontífice, há preocupações crescentes dentro da Igreja Católica sobre o avanço de tecnologias que podem operar com pouca ou nenhuma supervisão humana direta. O tema foi tratado como um ponto de atenção global.

“Outras vozes muito preocupantes também chegaram até mim a respeito de sistemas de armas cada vez mais autônomos”, afirmou Leão XIV ao comentar o avanço dessas tecnologias.

Igreja pede controle humano sobre a IA

Durante a mensagem, o Papa destacou que a Igreja Católica pretende dialogar com desenvolvedores e especialistas em inteligência artificial para discutir o uso responsável da tecnologia.

A principal defesa apresentada foi a manutenção do controle humano sobre sistemas automatizados, especialmente aqueles com capacidade de decisão em situações críticas.

A preocupação central está no risco de que máquinas possam atuar sem supervisão adequada em contextos militares e de segurança.

Armas autônomas geram debate global

O alerta reforça discussões internacionais sobre o uso de armas autônomas e o limite da autonomia de sistemas baseados em inteligência artificial.

Segundo o pontífice, a evolução dessas tecnologias exige atenção urgente da comunidade internacional.

O tema já vem sendo debatido por governos, especialistas e organizações internacionais que discutem regras para o uso da IA em áreas sensíveis.

Vaticano defende uso responsável da tecnologia

O Papa Leão XIV afirmou que o objetivo da Igreja não é impedir o avanço tecnológico, mas garantir que ele seja utilizado de forma ética e segura.

A encíclica apresentada reforça a ideia de que o ser humano deve permanecer no centro das decisões envolvendo inteligência artificial.

O posicionamento foi divulgado como parte de uma reflexão mais ampla sobre os impactos da tecnologia na sociedade moderna.