Toró Visual promete transformar Cuiabá com oficinas inéditas e exposição de arte coletiva

Cuiabá se prepara para viver uma nova experiência cultural com a chegada do Toró Visual, projeto que acontece em setembro e outubro de 2025 e promete movimentar a cena das artes visuais. A iniciativa combina oficinas de formação, experimentações criativas e uma grande mostra coletiva, priorizando a inclusão de jovens artistas e a ocupação de espaços históricos da cidade.

O coletivo Paratudo Artes, responsável pela organização, reuniu nomes já reconhecidos no cenário cultural local e nacional, como Maurilia Valderez, Ludmila Brandão, Fred Gustavos e Cândida Ferreira. Cada um deles conduzirá atividades que exploram diferentes linguagens artísticas, indo da cerâmica à fotografia, sempre com foco na experimentação e na troca de saberes.

Oficinas que ampliam a visão sobre arte

As atividades foram divididas em dois ciclos. Em setembro, Maurilia Valderez ministra a oficina Ruidologias, que instiga reflexões filosóficas sobre o papel da arte na vida contemporânea. No mesmo mês, Ludmila Brandão lidera a oficina Modos de Ver e Sentir, dedicada à cerâmica como meio de criação que estimula não apenas a visão, mas também o tato e a percepção emocional.

Em outubro, o público terá contato com linguagens que unem literatura e fotografia. Ler e Fazer Ver, conduzida por Cândida Ferreira, propõe transformar textos literários em obras visuais, enquanto Fred Gustavos apresenta Fotos & Afetos, explorando a fotografia expandida como recurso criativo e afetivo.

Inclusão e acessibilidade como marca do projeto

O Toró Visual se destaca não apenas pela qualidade artística, mas também pelo compromisso social. O projeto oferece vagas para cerca de 60 artistas, priorizando jovens de baixa renda e moradores de regiões periféricas de Cuiabá. A proposta busca ampliar o acesso às artes e democratizar os processos criativos.

Na exposição de encerramento, que terá curadoria de Quise Brito, a acessibilidade também ganha espaço. A mostra contará com visitas guiadas, intérpretes de Libras, atividades voltadas para cegos e espaços adaptados para idosos, ampliando o alcance da experiência cultural.

Exposição coletiva promete encerrar com impacto

A culminância do Toró Visual acontece com a grande exposição que reunirá os trabalhos produzidos nas oficinas. Além da vernissage, o público poderá participar de rodas de conversa com os artistas e de visitas mediadas, fortalecendo a relação entre produção cultural e comunidade.

Serviço

  • Projeto: Toró Visual
  • Período: setembro e outubro de 2025
  • Locais: Ateliê LudBran Cerâmica, MISC – Museu da Imagem e do Som, Casa Cultural Biosfera
  • Público-alvo: Artistas visuais maiores de 18 anos

Atividades e datas

Setembro – Ciclo I

  • Ruidologias (Maurilia Valderez): Quintas, das 18h30 às 21h30 – 04/09, 11/09, 18/09, 25/09
  • Modos de Ver e Sentir (Ludmila Brandão):
    • Turma 1: Sábados, das 8h30 às 11h30 – 13/09, 20/09, 27/09
    • Turma 2: Domingos, das 8h30 às 11h30 – 14/09, 21/09, 28/09
  • Inscrições (link)

Outubro – Ciclo II

  • Ler e Fazer Ver (Cândida Ferreira) – datas a confirmar
  • Fotos & Afetos (Fred Gustavos) – datas a confirmar
  • Inscrições (link)

Perguntas frequentes:

Quem pode participar das oficinas?

Artistas maiores de 18 anos, com prioridade para jovens de baixa renda e moradores de áreas periféricas.

Quantas pessoas o projeto vai beneficiar diretamente?

Cerca de 60 artistas devem participar das oficinas e atividades formativas.

O Toró Visual terá acessibilidade garantida?

Sim, a exposição contará com intérpretes de Libras, visitas adaptadas e atividades inclusivas.