Um homem suspeito de roubar uma barbearia no bairro CPA, em Cuiabá, levou um tiro após confronto com a Polícia Militar na noite de segunda-feira (23), em Várzea Grande. A ocorrência envolveu fuga, perseguição e uso de simulacro de arma de fogo.
Segundo a PM, o suspeito entrou na barbearia como cliente. Ele anunciou o assalto com um objeto semelhante a arma, rendeu a vítima e fugiu com o carro. Em seguida, seguiu em direção a Várzea Grande.
A Polícia Militar iniciou buscas imediatas. Os agentes localizaram o suspeito e deram início ao acompanhamento tático. O caso configura roubo qualificado, com agravantes como ameaça e reincidência.
Suspeito foge na contramão, abandona carro e reage à abordagem
Durante a fuga, o suspeito dirigiu na contramão e colocou motoristas em risco. Ele abandonou o veículo roubado e tentou escapar a pé no bairro Figueirinha.
Os policiais abordaram o suspeito. Nesse momento, ele sacou o simulacro e apontou contra a equipe. Diante da ameaça direta, os agentes reagiram e efetuaram disparos.
Mesmo ferido, o homem tentou atravessar a avenida. Ele caiu logo em seguida. O Samu prestou socorro e encaminhou o suspeito ao Pronto-Socorro de Várzea Grande. A unidade não divulgou o estado de saúde.
Suspeito acumula passagens por roubo e usava tornozeleira eletrônica
Levantamentos iniciais apontam que o suspeito não reside na região. Ele acumula ao menos cinco passagens por roubo e utilizava tornozeleira eletrônica no momento do crime.
A reincidência reforça a gravidade do caso. O uso de simulacro não reduz a tipificação penal, pois o suspeito utilizou o objeto para ameaçar a vítima.
Autoridades de segurança avaliam que o caso evidencia falhas no monitoramento de apenados em regime alternativo.
A polícia pode reagir como se fosse uma arma real, pois há risco imediato. A ação pode resultar em confronto e consequências graves.
Sim. A tornozeleira monitora localização, mas não impede a prática de crimes. O descumprimento das regras pode agravar a pena.
O Código Penal prevê de 4 a 10 anos de prisão. A pena aumenta em casos de agravantes, como reincidência ou uso de arma.

