Suspeito preso no aeroporto em Várzea Grande diz que dinheiro e drogas achados pertenciam à namorada; veja vídeo

Suspeito preso no aeroporto em Várzea Grande diz que dinheiro e drogas achados pertenciam à namorada; veja vídeo
Reprodução: 24horasmt

Thiago Henrique Alves de Oliveira, de 33 anos, conhecido como “Macucu”, entrou novamente no radar policial após ser preso no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, durante o cumprimento de um mandado de prisão relacionado à investigação da morte de Edson Amaral de Moura, o “Baleia”. A Polícia Civil afirma que a prisão ocorreu no momento em que ele desembarcava na cidade e que a operação seguiu para a residência dele, no CPA, onde os agentes encontraram R$ 10 mil, porções de dr0g4s e seis celulares. O suspeito afirmou em depoimento que não morava no local e que todo o material pertencia à companheira.

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Prisão no aeroporto reforça linha de investigação

Os investigadores afirmam que monitoravam os deslocamentos de Thiago e que aguardavam o desembarque para cumprir a ordem judicial. A prisão reforça a expectativa da equipe de homicídios, que apura a ligação dele com a morte de Baleia, um crime que movimentou diferentes setores da segurança pública. A polícia analisa imagens, conversas e deslocamentos com o objetivo de esclarecer a motivação e as circunstâncias do crime, que permanece em investigação.

Material apreendido levanta novas hipóteses

Após a prisão, os agentes seguiram até a residência associada ao suspeito e encontraram dinheiro, entorpecentes e seis aparelhos celulares. A equipe afirma que o material apreendido pode ampliar o entendimento sobre possíveis atividades paralelas que envolvem tráfico e articulações com outros investigados. O fato de o suspeito ter atribuído a posse dos itens à namorada cria uma nova linha de apuração, já que a polícia deve verificar quem realmente circulava pelo imóvel, quem utilizava os celulares e de onde vinha o dinheiro encontrado.

Depoimento indica divergências e amplia o caso

No depoimento, Thiago afirmou que não morava na residência vistoriada e que todo o material pertencia à companheira. A narrativa diverge das informações levantadas inicialmente e exige novas diligências, já que a polícia precisa confirmar vínculos, frequentadores e rotinas do imóvel. As autoridades devem ouvir outras pessoas próximas ao suspeito e realizar perícias nos celulares apreendidos para verificar contatos, mensagens e possíveis conexões com o crime investigado. A investigação segue aberta, e a polícia afirma que somente as próximas análises poderão esclarecer as contradições.

Perguntas frequentes:

A polícia confirmou o envolvimento da namorada?

Ainda não. As afirmações do suspeito serão verificadas durante a investigação.

Os celulares já passaram por perícia?

A polícia encaminha os celulares para perícia, mas ainda não divulga o resultado.

Thiago permanece preso?

Sim, ele segue detido por força do mandado judicial relacionado ao caso Baleia.