A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu preventivamente um homem de 37 anos acusado de violência doméstica, em Várzea Grande. Os agentes interceptaram o suspeito na ponte Sérgio Motta, em Cuiabá, quando ele tentou pular da estrutura para evitar a prisão. Durante a abordagem, ele afirmou que preferia morrer a ser detido.
A Justiça autorizou a prisão após a polícia comprovar que o homem ameaçou de morte sua ex-companheira, de 34 anos, com o uso de arma de fogo. Mesmo após a vítima obter medida protetiva, o agressor invadiu a casa dela, descumprindo a ordem judicial. A Delegacia da Mulher, responsável pela investigação, reforçou os pedidos com base em antecedentes do acusado, o que motivou o juiz a decretar a prisão preventiva.
Polícia impede tragédia na ponte Sérgio Motta
Os policiais localizaram o suspeito na manhã de segunda-feira (data não divulgada) na ponte que liga Cuiabá a Várzea Grande. Quando os agentes se aproximaram, ele demonstrou comportamento agressivo e ameaçou se jogar. A equipe agiu com rapidez, impediu a tentativa e efetuou a prisão sem incidentes.
Os agentes encaminharam o homem à delegacia, onde ele aguarda audiência de custódia. O procedimento judicial vai decidir sobre a manutenção da prisão preventiva enquanto o processo segue.
Agressor colecionava denúncias e ignorava decisões judiciais
A investigação apontou que o homem não respeitou nenhuma das determinações da Justiça. Ele invadiu a casa da ex-companheira diversas vezes, mesmo após alertas e registros anteriores de violência. A vítima relatou ameaças constantes e viveu sob medo, mesmo após denunciar o agressor.
Diante da reincidência e do risco iminente à integridade física da mulher, a polícia agiu com base na Lei Maria da Penha, que autoriza a prisão imediata em casos de descumprimento de medida protetiva.
Perguntas frequentes
Sim. A lei autoriza prisão imediata quando o agressor ignora ordem judicial.
Porque os agentes localizaram o suspeito no local enquanto cumpriam a ordem judicial.
O preso passa por audiência de custódia e a Justiça decide se mantém a detenção.

