Uma mala abandonada em plena Esplanada dos Ministérios provocou momentos de apreensão na manhã desta quarta-feira (3), em Brasília.
O objeto levantou suspeitas e levou equipes especializadas da Polícia Militar a realizarem uma operação de alto risco.
O desfecho só foi conhecido após horas de trabalho.
Alerta, mistério e mobilização marcaram a ocorrência registrada em uma das áreas mais importantes da capital federal. Uma mala vermelha deixada sem identificação chamou a atenção de quem passava pelo local e levou as autoridades a adotarem protocolos de segurança para descartar qualquer ameaça.
Assim que a situação foi comunicada, equipes da Polícia Militar do Distrito Federal iniciaram o isolamento da área e acionaram o Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Operação envolveu especialistas e análise de imagens
Enquanto o perímetro era protegido, agentes passaram a analisar imagens de câmeras de monitoramento para tentar descobrir quem havia deixado a bagagem no local.
As buscas por informações se estenderam durante a ocorrência, mas o responsável pela mala não foi localizado.
A falta de identificação aumentou a necessidade de uma abordagem cautelosa.
Traje antibombas e raio-X foram utilizados
Diante da possibilidade de haver algum material perigoso dentro da bagagem, uma equipe especializada assumiu a ocorrência.
Um operador equipado com traje antibombas realizou a aproximação da mala, enquanto equipamentos específicos eram utilizados para examinar o objeto à distância.
Antes da abertura, a bagagem passou por uma inspeção de raio-X.
Resultado trouxe alívio
Após cerca de duas horas de operação, os especialistas concluíram a análise e abriram a mala.
Para alívio das equipes e das pessoas que acompanhavam a ocorrência, nenhum material suspeito foi encontrado.
A bagagem estava vazia.
Durante a ação, surgiram informações de que a mala poderia pertencer a uma pessoa em situação de rua, mas a origem do objeto não foi confirmada oficialmente.
Com a eliminação de qualquer risco, a área foi liberada e a rotina na Esplanada dos Ministérios foi retomada normalmente. O caso chamou atenção pela grande mobilização das forças de segurança em torno de um objeto aparentemente simples, mas que exigiu todos os protocolos previstos para situações de possível ameaça.

