O empate sem gols contra o Remo, fora de casa, pela 15ª rodada da Série B, acendeu um alerta no Cuiabá. O zagueiro Alan Empereur revelou, em entrevista na zona mista, que os jogadores do elenco realizaram uma reunião interna, sem a presença da comissão técnica. A declaração reforça rumores sobre um possível clima de desconfiança em relação ao trabalho do técnico Guto Ferreira.
Reunião sem Guto e o silêncio que diz muito
“Hoje teve uma reunião entre a gente, só os jogadores”, disse Empereur, ao responder sobre o momento do time. A frase, dita de forma natural, gerou repercussão imediata entre torcedores e analistas. Mesmo que o zagueiro tenha ressaltado a intenção de fortalecer o grupo, o fato de a comissão técnica ter sido deixada de fora levanta questionamentos sobre a sintonia entre elenco e comando.
Guto sob pressão e o peso da seca ofensiva
Desde que Guto Ferreira assumiu o time, em fevereiro, o Dourado soma 10 vitórias em 20 jogos. Os números não são alarmantes, mas o desempenho recente preocupa: são quatro jogos sem vitória e nenhum gol marcado. O ataque, que não balança as redes há seis partidas, vive um momento crítico. Se não marcar contra o Amazonas no próximo dia 15, o Cuiabá completará um mês inteiro sem gols.
Jogo contra o Amazonas pode definir futuro do treinador
O duelo da 16ª rodada, marcado para a Arena Pantanal, ganhou ares de decisão. Alan Empereur foi direto: “A gente tem que ganhar esse jogo, senão não vai ter valido nada o empate com o Remo”. A frase sintetiza a tensão interna e o risco iminente de mudança no comando técnico caso o resultado não venha.
Perguntas e respostas:
Não está claro, mas expõe desconforto e necessidade de união.
Falta de criatividade, finalizações ruins e instabilidade tática.
Se não vencer o Amazonas, a pressão pode ser insustentável.
