A raiva é uma das doenças virais mais letais conhecidas pela medicina. Transmitida principalmente por mordidas de animais infectados, ela ataca o sistema nervoso central, levando a um quadro neurológico grave que, na maioria dos casos, resulta em morte se não for tratado rapidamente.
Primeiros sintomas: sutis, mas perigosos
Após a infecção, a raiva pode demorar semanas — ou até meses — para apresentar os primeiros sintomas. Entre os sinais iniciais estão febre, dor de cabeça, mal-estar e formigamento ou coceira no local da mordida.
À medida que o vírus avança, surgem sintomas neurológicos graves como ansiedade, confusão, agitação, alucinações e dificuldade para engolir — o que leva à característica “hidrofobia” (medo de água).
Evolução rápida e fatal
Sem tratamento imediato, a progressão é rápida. A raiva evolui para paralisia, coma e morte em poucos dias após o início dos sintomas neurológicos. Uma vez que eles aparecem, a doença é quase sempre fatal.
Atualmente, a profilaxia pós-exposição (vacinação logo após o contato com o vírus) é a única forma eficaz de impedir que a infecção avance.
Importância da prevenção
A melhor maneira de se proteger contra a raiva é a vacinação de animais domésticos, campanhas de conscientização e evitar contato com animais selvagens ou de comportamento agressivo.
Pessoas mordidas ou arranhadas devem procurar atendimento médico imediato para iniciar o protocolo de vacinação e soro antirrábico, aumentando significativamente as chances de sobrevivência.
Perguntas Frequentes
Principalmente por mordidas ou arranhões de animais infectados, como cães, gatos e morcegos.
Febre, dor no local da mordida, formigamento e, posteriormente, sintomas neurológicos graves como agitação e hidrofobia.
Após o início dos sintomas, a raiva é quase sempre fatal. A prevenção com vacina é a única forma de evitar a doença.

