No último sábado (01), Maya Massafera acusou a Vogue Brasil de transfobia após seu editorial ser publicado apenas na versão digital, contrariando o que ela acreditava ser um acordo para a versão impressa. A influenciadora alegou que a publicação a enganou e usou, sendo capa da edição digital pride de junho, mês do Orgulho LGBTQIAPN+.

Em resposta, a Vogue Brasil afirmou que nunca prometeu uma capa impressa a Maya, destacando o orgulho pelo material produzido com respeito e sensibilidade. A revista lamentou o mal-entendido e excluiu o editorial da edição impressa para respeitar o desejo de Maya.

Diante da repercussão, Maya Massafera voltou às redes sociais para esclarecer que ama o digital e não deseja outra capa na revista. Ela pediu desculpas aos profissionais e reconheceu que desejar a capa impressa era apenas ego e não fazia mais sentido.

A situação gerou grande debate nas redes sociais sobre representatividade e a importância de promessas claras em acordos comerciais, especialmente em campanhas de visibilidade LGBTQIAPN+. O caso destaca a necessidade de transparência e comunicação eficiente entre influenciadores e mídias, reforçando a importância do respeito e da ética nas relações profissionais.
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