MT Notícias

Polícia Civil prende suspeito de executar dois irmãos que fugiu por anos em MT; veja vídeo

A Polícia Civil prendeu nesta última terça-feira (2), em Peixoto de Azevedo, um homem de 32 anos acusado de participar de um duplo homicídio qualificado ocorrido em abril de 2021, na comunidade Vila São José, zona rural de Matupá. O suspeito matou dois irmãos e permaneceu foragido por mais de quatro anos.

As investigações apontaram que o acusado deixou Mato Grosso logo após o crime e percorreu diversos estados brasileiros para escapar da Justiça. Policiais da Delegacia de Matupá identificaram o paradeiro do investigado e acionaram equipes do Núcleo de Investigação e Captura (NIC), que realizaram a prisão no bairro Industrial, em Peixoto de Azevedo.

A Justiça da Comarca de Matupá expediu o mandado de prisão preventiva após a conclusão das diligências policiais. Os investigadores localizaram o suspeito, confirmaram sua identidade e cumpriram a ordem judicial sem resistência.

Polícia localiza acusado e cumpre mandado expedido pela Justiça

A Polícia Civil atribui ao investigado a morte de dois irmãos em um crime ocorrido na zona rural de Matupá. Segundo o inquérito, o acusado agiu por motivo fútil e utilizou fogo na execução do crime, circunstâncias que agravam a acusação e configuram homicídio qualificado.

Após a abordagem, os policiais informaram ao suspeito os motivos da prisão e o conduziram à Delegacia de Matupá. A equipe policial apresentou o preso sem registro de lesões corporais e o colocou à disposição do Poder Judiciário.

A prisão encerra uma busca que durou mais de quatro anos. Com a captura, a Polícia Civil avança na responsabilização criminal do investigado e garante o cumprimento da decisão judicial expedida pela comarca responsável pelo caso.

Homicídio qualificado pode resultar em pena de até 30 anos

O Código Penal Brasileiro prevê pena de 12 a 30 anos de reclusão para quem comete homicídio qualificado. A legislação aumenta a gravidade do crime quando o autor age por motivo fútil, utiliza meio cruel ou emprega recurso que dificulta a defesa da vítima.

A Justiça decretou a prisão preventiva para assegurar a aplicação da lei penal e preservar o andamento do processo. O investigado responderá às acusações perante o Judiciário, que decidirá sobre eventual condenação ao final da ação penal.