Os temporais que atingiram a região central de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, causaram destruição e pânico entre moradores. Imagens registradas por populares mostram veículos sendo arrastados pela força da água, enquanto ruas e avenidas ficaram alagadas e intransitáveis.
Foto/ Vídeo: Metropoles
A prefeitura decretou situação de calamidade pública diante da gravidade. Até às 10h desta terça-feira (24/2), as autoridades confirmaram 14 mortes e 45 pessoas desaparecidas devido à enchente. Equipes de resgate atuam em caráter emergencial para localizar os desaparecidos e prestar auxílio às famílias afetadas.
Enxurrada invade ruas e leva carros
Moradores registraram cenas impressionantes da água arrastando veículos pelas ruas centrais. A força da correnteza danificou automóveis, calçadas e estabelecimentos comerciais. O tráfego foi totalmente interrompido em diversos pontos, e moradores tiveram que buscar abrigo seguro até a diminuição do nível da água.
A situação evidencia a fragilidade da infraestrutura urbana em situações de chuvas intensas e alerta para a necessidade de drenagem adequada em áreas críticas.
Mortes e desaparecidos aumentam preocupação
Com 14 mortes confirmadas e 45 pessoas desaparecidas, autoridades reforçam o alerta máximo. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros concentram esforços nas regiões mais afetadas, realizando buscas e auxiliando moradores isolados pela água.
As equipes orientam que ninguém se arrisque em ruas alagadas, pois o risco de afogamento e acidentes permanece elevado.
Prefeitura declara emergência
O decreto de calamidade pública permite a mobilização rápida de recursos emergenciais, contratação de apoio especializado e assistência imediata às famílias atingidas. A medida agiliza ações para conter os danos e coordenar esforços de socorro.
Moradores seguem registrando vídeos e fotos da destruição, documentando a intensidade da chuva e reforçando a necessidade de prevenção em futuros temporais.
Perguntas e respostas:
14 mortes foram confirmadas.
45 pessoas seguem desaparecidas.
Decretou situação de calamidade pública para agilizar socorro e assistência.

