Operação prende “Pé Fofo” e revela avanço de facção ligada a tortura e morte em Várzea Grande; veja vídeo

Operação prende “Pé Fofo” e revela avanço de facção ligada a tortura e morte em Várzea Grande; veja vídeo
Reprodução

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu nesta sexta-feira (5) Joel Aparecido da Silva, conhecido como “Pé Fofo”, durante uma nova fase da Operação Ditadura Faccional CPX. A investigação aponta que ele integra um grupo ligado a crimes de extrema violência registrados em Várzea Grande, incluindo o sequestro, a tortura e a morte de José Wallafe dos Santos em um residencial da cidade. A polícia afirma que Joel figura entre os 11 alvos monitorados pela força-tarefa, que mobiliza equipes em três municípios e tenta desmontar a estrutura operacional de uma facção criminosa que mantém atuação ativa na região metropolitana.

Investigação envolve mandados em três cidades e mira liderança regional

A DHPP cumpriu mandados de busca e prisão em Cuiabá, Várzea Grande e Jaciara. As equipes buscaram identificar autores diretos e integrantes que apoiam as práticas violentas do grupo. A polícia afirmou que capturou parte dos alvos ao longo da manhã. Os investigadores confirmaram que Joel integra o núcleo que atuou no crime que vitimou José Wallafe. Esse caso fez a investigação intensificar o mapeamento da facção. A operação continua e as equipes trabalham para localizar suspeitos que ainda estão foragidos.

Alvo morre em confronto enquanto equipes avançam sobre facção investigada

A ação desta sexta-feira registrou um confronto que matou um dos alvos da operação. A DHPP afirmou que o suspeito reagiu à abordagem e trocou tiros com os policiais. Os investigadores destacaram que a operação segue critérios técnicos. As equipes trabalham para cumprir os mandados com foco na preservação de provas. A investigação envolve crimes praticados de maneira estruturada, o que exige atenção redobrada durante as diligências.

Polícia reforça ligação dos suspeitos com crime que chocou a cidade

A polícia afirma que os envolvidos participaram da dinâmica que levou à morte de José Wallafe. O crime incluiu tortura, cárcere e violência extrema. A DHPP aponta que o caso acelerou a necessidade de uma operação coordenada. O grupo ampliava a atuação com rapidez e usava imóveis da região para abrigar vítimas e esconder integrantes. As equipes continuam ouvindo testemunhas e analisam celulares apreendidos para reconstruir a participação de cada suspeito com precisão.

Perguntas frequentes:

Quantos suspeitos já foram presos?

A polícia afirma que prendeu parte dos 11 alvos, mas não detalhou o número exato.

A operação continua?

Sim, equipes permanecem em campo para localizar foragidos e coletar provas.

A polícia já identificou o papel de Joel no crime?

A DHPP afirma que ele integra o grupo investigado, e a participação dele será detalhada com a análise das provas apreendidas.