No coração de Cuiabá, entre as ruas movimentadas do centro, um casarão centenário preserva a memória política e cultural de Mato Grosso. Poucos sabem, mas o prédio que já foi palco de decisões importantes e moradia oficial de diversos governadores, no entanto, agora funciona como o Museu Residência dos Governadores — um espaço aberto à população, com entrada gratuita e repleto de história viva.
Museu escondido em casarão do centro abre as portas e revela segredos da política mato-grossense; veja vídeo pic.twitter.com/8PoNSq6JDU
— O Matogrossense (@o_matogrossense) June 29, 2025
Apesar de estar em uma área central e muito conhecida, o museu ainda é novidade para grande parte dos cuiabanos. Pois, muitas pessoas passam diariamente em frente ao imóvel sem saber que podem entrar e explorar um dos espaços mais simbólicos da história mato-grossense.
De símbolo do poder a espaço cultural
Construído no início do século XX, o casarão serviu como residência oficial dos governadores do Estado até a década de 1980, quando o Palácio Paiaguás assumiu esse papel. Durante décadas, o imóvel abrigou encontros políticos, reuniões estratégicas e até momentos familiares dos chefes do Executivo estadual. Com o passar do tempo, a estrutura foi restaurada e adaptada para receber visitantes, sem perder sua essência histórica.
Hoje, o imóvel oferece uma verdadeira viagem no tempo. Cada sala preserva móveis originais, objetos pessoais, obras de arte e documentos que testemunharam transformações políticas e sociais no Estado. A arquitetura neoclássica, com suas portas amplas, janelas emolduradas e jardim interno, chama atenção logo na chegada e transporta o visitante para outra época.
Entrada gratuita e experiência imersiva
O museu funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e não cobra ingresso. Isso torna o espaço acessível a estudantes, famílias, turistas e todos que desejam conhecer mais sobre a trajetória de Mato Grosso. Além da exposição fixa, o local também sedia mostras temporárias, eventos culturais e atividades educativas com foco na valorização do patrimônio histórico.
Ao caminhar pelos cômodos, o visitante pode visualizar fotos antigas, acompanhar vídeos interativos e ouvir relatos sobre os momentos decisivos que ali aconteceram. A proposta não é apenas informar, mas despertar no público o senso de pertencimento à história local.
O imóvel tem mais de 100 anos e foi construído no início do século XX.
Sim, o acervo inclui móveis originais, fotografias, utensílios e documentos históricos.
Não. A entrada é gratuita e aberta ao público de segunda a sexta, das 9h às 17h.

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