O espanhol Jorge Martín, atual campeão da MotoGP, teve um retorno trágico às pistas. Após perder as três primeiras corridas de 2025 por conta de acidentes anteriores, ele sofreu uma queda violenta na curva de alta velocidade do Grande Prêmio do Catar. O impacto foi tão severo que o piloto fraturou 11 costelas. A colisão com o italiano Fabio Di Giannantonio interrompeu bruscamente sua tentativa de recomeço.
Just pure heartbreak 💔Grand Prix over for @88jorgemartin #QatarGP 🇶🇦 pic.twitter.com/317FMvVAfD
— MotoGP™🏁 (@MotoGP) April 13, 2025
Estreia que virou pesadelo
Martín se preparou para fazer um retorno triunfal às pistas, alimentando a expectativa de milhares de fãs que aguardavam sua estreia pela Aprilia na temporada 2025. No entanto, a tensão tomou conta do circuito quando ele tentou uma ultrapassagem e perdeu o controle da moto, abrindo espaço para que Di Giannantonio o atingisse em cheio. Os espectadores reagiram com choque à colisão violenta, enquanto o vídeo do acidente começou a se espalhar rapidamente nas redes sociais, alcançando milhões de visualizações em poucas horas.
Lesões múltiplas e hospitalização imediata
Martín foi levado às pressas ao Hospital Internacional Hamad, em Doha. Segundo o boletim médico, ele sofreu fraturas em oito costelas traseiras (do primeiro ao oitavo arco) e outras três nos arcos laterais (sétimo ao nono). Apesar da gravidade, não houve danos cerebrais ou em órgãos vitais. A equipe Aprilia confirmou que o piloto passou a noite sob observação, mas está consciente e fora de risco.
Histórico recente de quedas preocupa equipe
Este foi o terceiro acidente de Martín em 2025. Ele já havia caído duas vezes durante treinos com uma supermoto, na Espanha e na Malásia. As lesões acumuladas o afastaram do início da temporada. No Catar, finalmente liberado para competir, viu sua reestreia ser novamente interrompida por um acidente grave — o que levanta dúvidas sobre seu estado físico e psicológico para o restante do ano.
Perguntas e respostas:
A recuperação pode levar meses, o que ameaça sua participação no campeonato.
A equipe não confirmou substituições, mas já avalia alternativas.
Fraturas múltiplas em costelas exigem repouso absoluto e representam alto risco de complicações respiratórias.
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