Um jogo que parecia vencido virou frustração nos acréscimos. O Mixto empatou em 2 a 2 com o Paysandu neste domingo (25), no Mangueirão, pela quinta rodada do Brasileirão Feminino A2. Após estar atrás no placar, as Tigresas conseguiram a virada com gols de Hadri e Lorena, mas viram a vitória escapar aos 53 minutos do segundo tempo, em um pênalti polêmico.
De virada relâmpago à decepção nos acréscimos
O primeiro tempo terminou com o Paysandu na frente, após gol aos 22 minutos. O Mixto voltou mais agressivo na segunda etapa. Hadri empatou aos 17 e, cinco minutos depois, Lorena virou o jogo. A reação animou o time mato-grossense e parecia suficiente para garantir os três pontos. No entanto, aos 51, a arbitragem assinalou um pênalti que gerou revolta nas jogadoras. O empate do Paysandu saiu dois minutos depois.
Estatísticas revelam equilíbrio e tensão
Segundo dados da CBF, o Mixto teve mais posse de bola e finalizou mais vezes ao gol. A equipe criou nove chances claras, contra seis do Paysandu. A partida também foi marcada por 27 faltas e quatro cartões amarelos. O clima de tensão aumentou nos minutos finais, quando o VAR — ainda ausente na competição — fez falta. A ausência da tecnologia aumenta a polêmica sobre decisões duvidosas em jogos decisivos.
Próxima batalha: decisão no Dutrinha
Agora, o Mixto precisa vencer o Vitória, em casa, no próximo sábado (07), às 17h, para seguir com chances reais de classificação. A torcida promete lotar o Dutrinha em apoio às jogadoras, que mostraram força e organização tática, mas precisam de consistência nos minutos finais.
Perguntas e respostas:
Por causa dos altos custos e da ausência de exigência no regulamento da competição.
Sim, a atacante tem se destacado por decisões rápidas e posicionamento inteligente.
Depende. Se vencer o próximo jogo, sim. Caso contrário, o time pode ficar pelo caminho.

