Durante as comemorações do 2 de Julho em Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou dos atos públicos que marcaram o Dia Nacional da Consolidação da Independência do Brasil. A data, recentemente encaminhada ao Congresso como proposta de lei, reconhece o papel decisivo do povo baiano na luta pela verdadeira libertação do país, em 1823.
Em meio à festa popular, Lula apareceu segurando um cartaz com os dizeres: “Taxação dos super-ricos”, sinalizando o compromisso do governo com uma reforma tributária mais justa, que reduza desigualdades e amplie os investimentos sociais.
Mulheres baianas ganham destaque nas homenagens
Durante o evento, autoridades e movimentos sociais destacaram a participação de três figuras femininas históricas: Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica. As homenagens reconheceram a coragem dessas mulheres, que lutaram diretamente contra as tropas portuguesas e simbolizam a força e a resistência do povo baiano.
Lula reforça papel do povo na construção do país
Em discurso, o presidente destacou que a independência do Brasil não se resume ao 7 de setembro, mas passa, principalmente, pelas lutas populares que consolidaram a libertação nacional. “O 2 de Julho é o verdadeiro marco da independência, com o povo baiano tomando as ruas e enfrentando o poder colonial”, declarou Lula.
Ele também aproveitou para reforçar a necessidade de corrigir distorções históricas e sociais. “Estamos propondo a taxação dos super-ricos não por vingança, mas por justiça. O Brasil precisa garantir que quem tem mais, contribua mais para que todos tenham acesso à saúde, educação e oportunidades”, completou.
Perguntas e respostas:
Porque marca a expulsão definitiva das tropas portuguesas da região em 1823, consolidando a independência iniciada em 1822. A data é símbolo de resistência e protagonismo popular.
É uma manifestação do compromisso do governo federal com a justiça fiscal. A proposta busca diminuir a concentração de renda e financiar políticas públicas através da contribuição dos mais ricos.
Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica foram três protagonistas baianas da luta pela independência. Elas representam a coragem feminina na construção da história do Brasil.

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