Nesta segunda-feira (14), a cantora Katy Perry participou de um voo suborbital da Blue Origin, empresa de Jeff Bezos, marcando a primeira missão espacial composta exclusivamente por mulheres desde 1963. A bordo do foguete New Shepard, a tripulação cruzou a linha de Kármán, limite reconhecido do espaço, e experimentou alguns minutos de gravidade zero.
Katy Perry canta no espaço em voo histórico só com mulheres da Blue Origin; Veja vídeo pic.twitter.com/IteO9DQuz3
— O Matogrossense (@o_matogrossense) April 14, 2025
Tripulação diversa e inspiradora
Além de Perry, a missão contou com a presença de Lauren Sánchez (jornalista e noiva de Bezos), a apresentadora Gayle King, a engenheira aeroespacial Aisha Bowe, a ativista Amanda Nguyen e a produtora Kerianne Flynn. Cada integrante trouxe uma perspectiva única, representando diferentes áreas de atuação e reforçando a importância da diversidade na exploração espacial.
Momento musical nas alturas
Durante o período de gravidade zero, Katy Perry emocionou a todos ao cantar um trecho de “What a Wonderful World”, clássico de Louis Armstrong. Ao retornar à Terra, a artista beijou o chão em sinal de gratidão e destacou a importância do momento para inspirar futuras gerações.
Moda e funcionalidade em órbita
A grife Monse desenvolveu os trajes espaciais utilizados na missão da Blue Origin, unindo estilo e segurança em um único design. A marca confeccionou os uniformes com neoprene resistente a chamas, garantindo proteção térmica e mobilidade durante o voo suborbital.
Os estilistas projetaram cada traje para se ajustar especificamente à anatomia feminina, corrigindo limitações observadas em modelos anteriores, tradicionalmente pensados para o corpo masculino. O avanço representa um marco tanto para a moda quanto para a engenharia espacial, sinalizando que a inclusão de mulheres na exploração do espaço exige inovação até nos detalhes do vestuário.
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Perguntas e respostas curiosas
Katy Perry, Lauren Sánchez, Gayle King, Aisha Bowe, Amanda Nguyen e Kerianne Flynn.
A missão teve aproximadamente 11 minutos, incluindo alguns minutos em gravidade zero.
Representa um marco na inclusão feminina na exploração espacial e busca inspirar futuras gerações.
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