Brasileira aguarda resgate por mais de 14 horas após queda em trilha no vulcão Rinjani; Veja vídeo

Juliana Marins, de 26 anos, natural de Niterói (RJ), caiu cerca de 300 metros da trilha enquanto fazia uma subida ao vulcão Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia. Ela permanece isolada há mais de 14 horas em um local de difícil acesso, sem contato visual com equipes de resgate desde o final da tarde.

Neblina e noite dificultam buscas

A situação agravou-se após uma forte neblina encobrir a área, seguida da chegada da noite, o que reduziu drasticamente a visibilidade. As condições climáticas adversas tornaram a região ainda mais inóspita, dificultando novas tentativas de mobilização das equipes.

Resgate próximo e ação consular

O último avistamento de Juliana ocorreu há cerca de quatro horas, antes da completa escuridão. O governo brasileiro, por meio da Embaixada em Jacarta, está pressionando as autoridades locais e prometeu apoio logístico-decampanha. A expectativa é retomar o resgate com equipes especializadas já nas próximas horas

Montanhistas levaram suprimentos

Montanhistas voluntários conseguiram alcançar Juliana durante a madrugada, entregando água, comida e agasalhos — mas sem conseguir retirá-la do local devido à neblina intensa, ao mau tempo e à inclinação íngreme do terreno. Eles relataram que, apesar do cansaço e do frio, a brasileira permanece consciente, orientada e em condições físicas estáveis. No entanto, destacaram que o risco de hipotermia aumenta com o passar das horas, especialmente diante das adversas condições climáticas que dificultam tanto o resgate aéreo quanto o terrestre. As equipes de salvamento continuam monitorando o clima e aguardam uma abertura na neblina para intensificar as buscas e efetuar o resgate com segurança.

Perguntas e respostas

Quanto tempo dura o risco de resgate?

Juliana está isolada há mais de 14 horas e não foi possível retirá-la do local devido às condições climáticas e visuais.

Quem está atuando no resgate?

Equipes da Embaixada do Brasil em Jacarta, montanhistas voluntários e autoridades locais.

O que ela recebeu até agora?

Juliana recebeu água, comida e agasalhos, conforme relato de familiares e imagens de drone.