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Vice do Fluminense cutuca Vasco e critica ações judiciais: “Pior coisa é vascainização”

Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense FC

Na última segunda-feira (14/4), o Fluminense reuniu seus conselheiros para discutir a possibilidade de transformar o futebol do clube em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF). O encontro, que já chegou cercado de polêmicas, teve como destaque as declarações do vice-presidente Mattheus Montenegro. Ele criticou publicamente os sócios que ingressaram com ação judicial para barrar a participação do presidente Mário Bittencourt em uma eventual SAF.

Crítica velada? Nem tanto. O alvo foi o Vasco

Montenegro não poupou palavras ao criticar o excesso de judicialização interna, e foi além: usou o caso do Vasco como alerta. Segundo ele, a “vascainização” — termo usado para descrever o que vê como caos judicial vivido pelo rival após a venda para a 777 Partners — é exatamente o que o Fluminense deve evitar. “A pior coisa que poderia acontecer é a ‘vascainização’. Que é a gente ficar com briga judicial toda hora, recorrendo ao judiciário para inventar coisa”, afirmou.

SAF do Flu ainda é ideia, não proposta concreta

Apesar dos debates e da tensão nos bastidores, o Fluminense ainda não recebeu propostas de compra para seu departamento de futebol. O modelo da SAF está em análise, e qualquer avanço dependerá da decisão dos sócios em assembleia futura. O que há até o momento é apenas um estudo de viabilidade, sem negociação concreta. Ainda assim, a resistência de parte da torcida e dos conselheiros indica que a discussão será longa — e politicamente delicada.

Perguntas e respostas:

O que realmente significa “vascainização”?

“Vascainização” é o uso constante do Judiciário para resolver disputas internas do clube.

A SAF pode dividir ainda mais o Fluminense?

Sim, o tema SAF tem potencial de polarizar conselheiros, sócios e torcedores.

A proposta da SAF já está definida?

Ainda não. O Fluminense discute o modelo, mas não há proposta concreta nem investidores em negociação.