A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, na manhã desta terça-feira (24/2), mais uma fase da Operação Espoliador, considerada uma das maiores ações da corporação contra crimes patrimoniais no estado. A iniciativa mira criminosos procurados por roubo, latrocínio e receptação.
A operação ocorre simultaneamente em diversas regiões do Rio de Janeiro e mobiliza policiais de delegacias da capital, da Baixada Fluminense, do interior, unidades especializadas e do Departamento-Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP). O objetivo é cumprir centenas de mandados de prisão emitidos pela Justiça contra investigados de alta periculosidade.
Prisões em larga escala
Até o momento, 66 pessoas foram presas durante a ação. Os policiais atuaram em conjunto para localizar e capturar os suspeitos, garantindo que a operação fosse realizada de forma rápida e segura. A abordagem priorizou a contenção de riscos e a proteção de moradores nas áreas de atuação.
A corporação reforça que os investigados possuem histórico de crimes graves, incluindo roubos a residências, veículos e estabelecimentos comerciais, além de envolvimento em homicídios ligados à disputa por território.
Mobilização estratégica da Polícia Civil
A operação contou com o apoio de equipes especializadas e unidades táticas, permitindo agir em múltiplos municípios ao mesmo tempo. A coordenação central da PCERJ monitorou cada etapa, garantindo que os mandados de prisão fossem cumpridos de forma eficiente.
Policiais também realizaram buscas em endereços de suspeitos para apreender armas, veículos e objetos relacionados aos crimes investigados, fortalecendo as provas contra os envolvidos.
Objetivo é reduzir crimes patrimoniais
A Operação Espoliador reforça a estratégia da Polícia Civil em reduzir índices de criminalidade e desarticular organizações criminosas que atuam no estado. A corporação mantém o trabalho de inteligência para mapear redes de criminosos e evitar novos delitos.
Perguntas e respostas
66 suspeitos foram detidos.
Roubo, latrocínio e receptação.
Delegacias da capital, Baixada Fluminense, interior, unidades especializadas e o DGHPP.

