O Cuiabá entrou em campo diante do América-MG já sem chances de acesso à Série A. Sob forte chuva e em um gramado encharcado, a equipe mato-grossense mostrou garra, mas também expôs, mais uma vez, os motivos que a mantiveram fora da elite em 2025.
Campo traiçoeiro, mas entrega em alta
No jogo, a água acumulada mudou completamente o ritmo. “O gramado exigiu adaptação rápida”, avaliou o técnico Eduardo Barros. Após um início hesitante, o Dourado ajustou a estratégia, apostando em bolas longas e divididas. Chegou a abrir o placar, mas não sustentou a vantagem. Resultado: empate que simboliza a oscilação da campanha.
A crônica de uma Série B impiedosa
Com adversários mais fortes e maior equilíbrio técnico, a edição 2024 da Série B foi, segundo Barros, “a mais difícil da história”. O nível de exigência subiu com a presença de SAFs, técnicos experientes e elencos recheados de talentos. Em meio a esse cenário, o Cuiabá tropeçou em momentos cruciais. “Faltou consistência para fechar os jogos em que estávamos à frente”, reconheceu o treinador.
Planejamento em pausa: indefinições para 2025
Apesar de já integrar o processo de reconstrução do elenco, Barros desconversou sobre sua permanência. A direção do clube ainda não confirmou se manterá o técnico. E mais: vários jogadores já deixaram o time, sinalizando uma reformulação profunda. A temporada termina com dúvidas no ar e a necessidade urgente de reposicionar o projeto esportivo.
Perguntas e respostas:
Faltou consistência emocional e técnica nos minutos finais.
Apenas a continuidade do técnico não basta sem reforços pontuais.
Com mais rebaixados da elite, a competição tende a ser ainda mais acirrada.
