O empate em 1 a 1 entre Auckland City e Boca Juniors, nesta terça-feira (24/6), encerrou a participação dos dois clubes no Mundial de Clubes da FIFA 2025. Sem chances matemáticas após a vitória do Benfica contra o Bayern de Munique, o Boca precisava de uma goleada improvável para avançar. Já o Auckland entrou apenas para buscar dignidade — e fez história.
Zagueiro-professor e barbeiro-assistente brilham em gol inédito
O lance que virou destaque mundial aconteceu no segundo tempo. Christian Gray, zagueiro do Auckland City e professor em formação na Nova Zelândia, marcou de cabeça o primeiro gol do clube em toda a história do Mundial. A assistência veio de Jerson Lagos, que trabalha como barbeiro em meio período. O gol não mudou o destino do time, mas garantiu um ponto inédito e emoção para a despedida.
Pressão do Boca esbarra na trave e no azar
O Boca Juniors dominou o primeiro tempo e abriu o placar com Di Lollo, de cabeça, em escanteio cobrado por Palacios. A bola ainda desviou no goleiro e entrou — gol contra, segundo a FIFA. Cavani e Merentiel acertaram o travessão em momentos distintos, mas a bola se recusou a entrar. No segundo tempo, o Boca até voltou a marcar, mas o VAR anulou o lance por toque de mão.
Condições climáticas e frustração encerram campanha
A partida chegou a ser interrompida por raios na região de Miami e só foi retomada após quase uma hora. Com o empate confirmado e a eliminação consolidada, restou às duas equipes aceitarem a despedida precoce. O Auckland sai com um feito simbólico; o Boca, com frustração e questionamentos.
Perguntas e respostas:
Não. Ele atua como zagueiro e estuda para ser professor.
Nunca. O gol de Gray foi o primeiro do clube na história do Mundial.
Não. Saiu do Mundial sem vitórias, com dois empates e uma derrota.

