O deputado estadual Paulo Araújo (PP) afirmou que acredita em uma eleição consensual para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele descartou a possibilidade de uma disputa acirrada, destacando que nunca acreditou na candidatura de Júlio Campos (União) para a presidência. Araújo enfatizou a falta de apoio entre os colegas parlamentares para Campos.

Júlio Campos articula composição de chapa
Júlio Campos manifestou interesse em presidir a Assembleia, mas ao perceber a resistência, começou a articular uma composição com Max Russi (PSB). Russi, atual primeiro-secretário, é o principal cotado para assumir a presidência. Campos, então, considerou a possibilidade de ser vice-presidente na chapa de Russi, buscando um consenso para a eleição.
Estrutura da Mesa Diretora
A eleição da Mesa Diretora, que definirá a gestão para o biênio 2025/2026, ocorrerá em setembro deste ano. Contudo, a Mesa Diretora conta com sete cadeiras, sendo a de presidente a mais importante, responsável por definir datas de votações e pautar projetos. A segunda posição mais relevante é a de primeiro-secretário, que gerencia um orçamento de aproximadamente R$ 700 milhões.
Histórico
A ALMT historicamente forma chapas únicas e consensuais para a Mesa Diretora, evitando disputas internas. Além disso, essa prática de consenso mantém a harmonia e eficiência nos trabalhos legislativos. Paulo Araújo reafirmou essa tradição, mencionando que nunca houve concorrência de duas chapas na história recente da Assembleia. A tendência é manter essa prática.
Os deputados anunciarão os candidatos para os cargos de presidente e primeiro-secretário até setembro. As articulações em curso visam evitar divisões e garantir uma transição tranquila de liderança na Casa de Leis.
Conclusão
Em suma, os deputados da ALMT, ao buscar consenso na eleição da Mesa Diretora, mantêm a tradição de unidade. As articulações atuais sugerem um esforço coletivo para assegurar uma transição harmoniosa e eficiente na liderança legislativa.