Um parlamentar usou a tribuna para defender medidas mais rígidas de acompanhamento a condenados e investigados por feminicídio. Em plenário, ele afirmou que o Estado precisa fortalecer fiscalização, monitoramento e mecanismos de proteção às mulheres que já denunciaram agressões.
Segundo o deputado, muitos casos de violência extrema ocorrem mesmo após registros anteriores e imposição de restrições judiciais. Ele destacou que, em diversas situações, a vítima formaliza a primeira e até a segunda denúncia, mas o agressor volta a praticar violência.
O discurso enfatizou a necessidade de rever protocolos de acompanhamento e garantir que medidas protetivas tenham fiscalização efetiva.
Reincidência preocupa autoridades
O parlamentar apontou que a reincidência em crimes de violência doméstica exige atenção permanente do poder público. No Brasil, a Lei Maria da Penha prevê medidas protetivas como afastamento do agressor, proibição de contato e monitoramento eletrônico.
Mesmo com esses instrumentos legais, ele afirmou que a aplicação prática nem sempre impede novos episódios. Para o deputado, o Estado precisa agir com mais rigor no acompanhamento de agressores que já descumpriram decisões judiciais.
O tema voltou ao debate após casos recentes que reacenderam discussões sobre fiscalização.
Monitoramento e proteção como prioridade
Durante o pronunciamento, o deputado defendeu o reforço no uso de tornozeleiras eletrônicas e no acompanhamento policial de casos considerados de alto risco. Ele afirmou que a proteção à mulher deve ocupar posição central nas políticas públicas.
O Brasil registra índices elevados de violência contra a mulher. Dados oficiais apontam que o feminicídio permanece como um dos crimes que mais desafiam o sistema de segurança pública.
O parlamentar ressaltou que a vida das mulheres precisa estar em primeiro lugar nas decisões institucionais.
Compromisso coletivo no enfrentamento
O deputado afirmou que combater o feminicídio representa dever do Estado e compromisso social. Ele destacou que a sociedade também precisa apoiar vítimas e denunciar situações de risco.
Ao final do discurso, reforçou que não é possível aceitar que agressores voltem a cometer violência mesmo após restrições judiciais.
A fala amplia o debate sobre aprimoramento de políticas públicas voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência de gênero.
Perguntas frequentes:
O que o deputado defendeu?
Medidas mais rígidas de acompanhamento aos feminicidas.
Qual é a principal preocupação citada?
A reincidência após denúncias anteriores.
Qual é a prioridade destacada?
Reforçar fiscalização e proteger a vida das mulheres.

