Carlos Alcaraz não para de acumular troféus — e cifras. Após vencer o Masters 1000 de Montecarlo, no último domingo (13), o jovem espanhol se tornou o primeiro tenista da geração Z a ultrapassar a marca de R$ 234 milhões em premiações, consolidando-se como um fenômeno global dentro e fora das quadras.
Carlos Alcaraz wins a RIDICULOUS point against Lorenzo Musetti in Monte Carlo.
— The Tennis Letter (@TheTennisLetter) April 13, 2025
Came for the sliding half volley.
Stayed for the passing shot. 🤯
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Um marco histórico no tênis moderno
Aos 21 anos, Carlos Alcaraz soma US$ 40,2 milhões (cerca de R$ 234,4 milhões) em prêmios conquistados apenas com resultados em quadra. O valor não inclui contratos publicitários nem aparições promocionais, o que sugere que sua fortuna real é ainda maior. O título em Montecarlo, seu primeiro na tradicional competição monegasca, adicionou mais de US$ 1 milhão ao total.
Esse feito o coloca acima de todos os tenistas da geração Z no quesito financeiro. Ele ultrapassou o italiano Jannik Sinner, que, mesmo sendo o atual número 1 do mundo, ficou estagnado com US$ 39,3 milhões devido à suspensão por doping desde janeiro.
O novo rei do saibro?
A rivalidade entre Alcaraz e Sinner ganhou novos capítulos com a ascensão do espanhol ao segundo lugar no ranking da ATP. Com 7.720 pontos, ele desbancou Alexander Zverev e se aproxima de Sinner, que lidera com 9.930. A diferença pode cair ainda mais nas próximas semanas, com o início do Masters de Madri no dia 23.
Enquanto Sinner segue suspenso até o Masters de Roma, Alcaraz terá chance de defender e até ampliar sua pontuação nos torneios europeus no saibro, culminando com Roland Garros. A disputa pelo topo do ranking promete ser acirrada.
Brasil no circuito: estabilidade e desafio
No cenário brasileiro, João Fonseca se mantém como o principal nome no masculino, em 59º lugar. Beatriz Haddad Maia segue no 17º posto no ranking feminino, apesar de recentes derrotas na Billie Jean King Cup.
Perguntas e respostas:
Difícil, mas possível se dominar por anos como os “Big 3”.
Dependerá da forma física e ritmo de jogo após a pausa.
Sim, especialmente nas duplas e em torneios no saibro.
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