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Alcaraz ultrapassa R$ 234 milhões em premiações e faz história como fenômeno da geração Z

Foto: ATP Tour/Divulgação

Carlos Alcaraz não para de acumular troféus — e cifras. Após vencer o Masters 1000 de Montecarlo, no último domingo (13), o jovem espanhol se tornou o primeiro tenista da geração Z a ultrapassar a marca de R$ 234 milhões em premiações, consolidando-se como um fenômeno global dentro e fora das quadras.

Um marco histórico no tênis moderno

Aos 21 anos, Carlos Alcaraz soma US$ 40,2 milhões (cerca de R$ 234,4 milhões) em prêmios conquistados apenas com resultados em quadra. O valor não inclui contratos publicitários nem aparições promocionais, o que sugere que sua fortuna real é ainda maior. O título em Montecarlo, seu primeiro na tradicional competição monegasca, adicionou mais de US$ 1 milhão ao total.

Esse feito o coloca acima de todos os tenistas da geração Z no quesito financeiro. Ele ultrapassou o italiano Jannik Sinner, que, mesmo sendo o atual número 1 do mundo, ficou estagnado com US$ 39,3 milhões devido à suspensão por doping desde janeiro.

O novo rei do saibro?

A rivalidade entre Alcaraz e Sinner ganhou novos capítulos com a ascensão do espanhol ao segundo lugar no ranking da ATP. Com 7.720 pontos, ele desbancou Alexander Zverev e se aproxima de Sinner, que lidera com 9.930. A diferença pode cair ainda mais nas próximas semanas, com o início do Masters de Madri no dia 23.

Enquanto Sinner segue suspenso até o Masters de Roma, Alcaraz terá chance de defender e até ampliar sua pontuação nos torneios europeus no saibro, culminando com Roland Garros. A disputa pelo topo do ranking promete ser acirrada.

Brasil no circuito: estabilidade e desafio

No cenário brasileiro, João Fonseca se mantém como o principal nome no masculino, em 59º lugar. Beatriz Haddad Maia segue no 17º posto no ranking feminino, apesar de recentes derrotas na Billie Jean King Cup.

Perguntas e respostas:

Alcaraz pode alcançar Djokovic em premiações um dia?

Difícil, mas possível se dominar por anos como os “Big 3”.

Sinner voltará do doping no mesmo nível competitivo?

Dependerá da forma física e ritmo de jogo após a pausa.

Beatriz Haddad ainda é aposta do Brasil em Grand Slams?

Sim, especialmente nas duplas e em torneios no saibro.