Política

Candidato propõe extinguir a Guarda e dar ao povo a gestão do dinheiro público; veja vídeo

Foto: Luiza Mendonça/g1

Victor Assis, candidato do PCO à prefeitura do Recife, apresentou propostas radicais durante sua participação na série de entrevistas do g1 com os candidatos. Ele afirmou que, se eleito, extinguirá a Guarda Municipal. Assis explicou que essa medida tem como objetivo tirar “as armas das mãos do Estado” e colocá-las “nas mãos da população”. Ele defende que os trabalhadores devem gerir diretamente a segurança pública, porque acredita que o Estado utiliza a polícia para impor políticas que prejudicam a classe trabalhadora.

Publicação de @siteomatogrossense
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Propostas de segurança pública

Assis afirma que o monopólio da força nas mãos do Estado não atende aos interesses da população. Por isso, ele propõe que os próprios trabalhadores assumam a responsabilidade pela segurança pública. Ele sugere criar conselhos locais, formados por moradores de cada bairro, que controlariam as decisões e os recursos da prefeitura. Esses conselhos, segundo Assis, garantiriam que as demandas sejam atendidas de maneira imediata e eficaz.

Gestão direta dos recursos públicos

Além disso, Assis propõe que grupos de trabalhadores tenham autonomia para decidir seus salários, sem interferência do governo municipal. Ele critica a atual gestão por não ouvir adequadamente a população e por destinar recursos públicos a parcerias com a iniciativa privada, grandes empreiteiras e organizações sociais. Na visão de Assis, todo o dinheiro público deve ser diretamente disponibilizado ao povo, o que, segundo ele, garantiria que as demandas populares sejam plenamente atendidas.

Dessa forma, Victor Assis apresentou propostas que desafiam diretamente o modelo tradicional de gestão pública. Ele busca promover uma maior participação popular na segurança e na alocação de recursos. Embora polêmicas, essas propostas refletem a linha de atuação do PCO, que visa empoderar os trabalhadores na condução das políticas públicas e garantir que a própria população tome as decisões.