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Mulher é espancada por 15 minutos dentro de casa na frente da filha de 3 anos; casal é procurado; Veja vídeo

Uma mulher foi brutalmente agredida dentro da própria casa durante cerca de 15 minutos, na frente da filha de apenas 3 anos, na Candangolândia, no Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), um casal invadiu o imóvel armado, ameaçou a vítima e cometeu as agressões por causa de uma dívida. Os dois suspeitos continuam sendo procurados, enquanto a investigação aponta que o ataque teria sido ordenado por uma mulher presa temporariamente nesta semana.

O crime aconteceu em 29 de maio e foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram parte da violência sofrida pela vítima, que ficou gravemente ferida e precisou de atendimento médico. A Polícia Civil investiga o caso por meio da 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante).

Câmeras flagraram o ataque

As imagens registram o momento em que o agressor desfere um soco contra a vítima.

Logo depois, ela cai no chão e recebe um chute enquanto tenta se defender.

Segundo a Polícia Civil, a mulher sofreu fraturas nas costelas e outras lesões provocadas pelas agressões.

Polícia aponta motivação

As investigações indicam que o crime teria relação com a cobrança de uma dívida.

Segundo a PCDF, os suspeitos invadiram a residência armados e mantiveram a vítima sob ameaças durante aproximadamente 15 minutos.

Mesmo após o ataque, ela e familiares continuaram sendo ameaçados, conforme a investigação.

Suspeitos seguem foragidos

A Polícia Civil informou que uma mulher de 44 anos, apontada como possível mandante das agressões, foi presa temporariamente na terça-feira (14).

Já o casal que aparece nas imagens ainda não foi identificado e continua sendo procurado.

A PCDF pede que qualquer informação seja repassada, de forma anônima, pelo telefone 197 ou pelo WhatsApp (61) 98626-1197.

As investigações prosseguem para identificar e localizar os autores das agressões. Segundo a Polícia Civil, as informações divulgadas até o momento são resultado da apuração conduzida pela 11ª Delegacia de Polícia. A corporação reforça que denúncias podem ser feitas de forma sigilosa e destaca que a colaboração da população pode ser fundamental para localizar os suspeitos e esclarecer completamente o caso.