Arthur Cabral é o novo nome do ataque do Botafogo para o Mundial de Clubes. O clube confirmou a contratação do atacante nesta segunda-feira (9), em uma negociação de aproximadamente 15 milhões de euros (cerca de R$ 95 milhões). O contrato vai até 2029, mas com um detalhe curioso: após o torneio, o jogador será transferido para o Nottingham Forest, da Inglaterra, como parte de um plano articulado dentro do grupo que administra ambos os clubes.
A movimentação repete a estratégia já usada em 2024 com Thiago Almada, que também usou o Botafogo como ponte para a Europa. O estilo chama atenção no mercado, mistura ousadia com planejamento e levanta debates sobre o modelo multi-clubes.
Estilo junino e estratégia europeia
O anúncio de Arthur Cabral veio em clima de festa junina. Batizado de “São João Glorioso”, o vídeo de apresentação pegou os torcedores de surpresa e reforçou o bom momento de marketing do clube. Fora do campo, o Botafogo também trouxe outros três reforços para a competição, buscando consolidar uma base forte para o Grupo B — que tem PSG, Atlético de Madrid e Seattle Sounders.
Grupo complicado, mas com potencial
A estreia do Botafogo será contra o Seattle Sounders, no dia 15 de junho. Depois, encara o poderoso PSG (19/6) e fecha a fase de grupos contra o Atlético de Madrid (23/6). Arthur Cabral, com passagem pelo Basel, Fiorentina e Benfica, chega com experiência internacional e a missão de decidir.
Perguntas e respostas:
Sim. Ele chega com ritmo e experiência para ser protagonista.
É possível. O modelo multi-clubes ganha força e pode redefinir negociações.
Com estratégia certa e entrosamento rápido, o Botafogo pode surpreender.
