A Polícia Civil identificou Luis Felipe Rodrigues Braga, conhecido como “Batioche”, como principal suspeito de uma sequência de crimes violentos registrados entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, em Peixoto de Azevedo, no norte de Mato Grosso. Ele praticou, segundo a investigação, seis ocorrências entre homicídios consumados e tentados.
A investigação classifica o suspeito como de alta periculosidade e aponta que ele se esconde em municípios da região, como Matupá, Guarantã do Norte e Terra Nova do Norte. A polícia ampliou o alerta diante do risco de novos crimes e da mobilidade do investigado.
A Polícia Civil mantém diligências contínuas e trata o caso como prioridade. A identificação do suspeito avançou o inquérito, mas a captura ainda depende de informações que indiquem sua localização.
Região de garimpo e imóveis alugados entram no radar das buscas
As investigações mostram que integrantes de organizações criminosas utilizam áreas de garimpo como esconderijo, devido ao difícil acesso e à baixa fiscalização. Eles também ocupam imóveis alugados, hotéis e estabelecimentos com grande circulação para evitar identificação.
A polícia orienta proprietários, trabalhadores desses locais e entregadores a observarem comportamentos suspeitos, como uso de nomes falsos ou movimentações incomuns. Esse padrão já apareceu em outros casos registrados no norte de Mato Grosso.
Essas estratégias dificultam a ação policial e prolongam o tempo de resposta. Por isso, a polícia intensifica a integração com a população para acelerar a localização do suspeito e impedir novos crimes.
Canais de denúncia e leis penais reforçam combate ao crime
A Polícia Civil solicita que a população repasse informações de forma anônima pelos telefones 197 e 181, além do atendimento nas delegacias. A legislação garante sigilo absoluto ao denunciante.
Os crimes investigados se enquadram nos artigos 121 (homicídio) e 14 (tentativa) do Código Penal, com penas que podem ultrapassar 30 anos de prisão, conforme agravantes como motivo torpe ou reincidência.
Pessoa com mandado de prisão em aberto que não foi localizada pelas autoridades.
Você pode ligar para 181 ou 197, sem precisar se identificar, com sigilo garantido.
A pena varia de 6 a 20 anos, podendo aumentar conforme agravantes.
