Erika Hilton denuncia retrocessos e intolerância na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher; Veja vídeo

Erika Hilton denuncia retrocessos e intolerância na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher; Veja vídeo

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) criticou a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, afirmando que o espaço tem sido ocupado por grupos sem compromisso com a dignidade feminina. Ela alertou para o avanço de ideologias intolerantes no Parlamento, que, segundo ela, dificultam políticas para mulheres vulneráveis.

Ideologias extremas e bloqueio de avanços

Erika Hilton afirmou que grupos conservadores vêm ocupando espaços na Comissão, tornando-a hostil à pauta da igualdade de gênero. Segundo ela, esses setores usam o debate para atrasar projetos contra a violência de gênero e pela equidade salarial, saúde e educação. “É assustador ver como essas correntes odiosas se organizam para precarizar ainda mais a vida de quem já vive à margem”, afirmou.

A precarização das mulheres em vulnerabilidade

Hilton enfatizou que, enquanto as disputas ideológicas ganham espaço, a realidade das mulheres mais pobres se agrava. Ela reforçou que é justamente esse público que deveria estar no centro das discussões da Comissão. Para a parlamentar, garantir segurança, acesso a políticas públicas e representatividade efetiva deve ser prioridade — e isso está longe de acontecer sob o clima atual da Comissão.

O desafio de manter o foco na dignidade feminina

A deputada concluiu sua fala com um apelo por compromisso real com a justiça social e a igualdade de direitos. Ela defendeu que o Parlamento precisa proteger os avanços já conquistados e resistir a retrocessos. “Não podemos permitir que a pauta das mulheres seja refém de interesses que nada têm a ver com dignidade ou justiça”, declarou, deixando claro que a luta por igualdade de gênero continua sendo uma das mais urgentes do país.

Perguntas e respostas

O que Erika Hilton criticou na Comissão?

Ela criticou a atuação de grupos ideológicos que dificultam avanços reais nas políticas para mulheres.

Qual foi o foco principal de sua fala?

Denunciar a intolerância crescente e defender os direitos das mulheres, especialmente das mais vulneráveis.

O que a deputada defende para o futuro da Comissão?

Que ela volte a ser um espaço representativo e comprometido com a dignidade e os direitos de todas as mulheres.


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