O Ação entrou em campo neste sábado (26) buscando consolidar seu nome no Campeonato Brasileiro Feminino A2, mas acabou derrotado pelo Fortaleza por 2 a 0, no CT Ribamar Bezerra. A equipe de Mato Grosso, apelidada de Tuiuiú Pantaneiro, agora precisa reencontrar o caminho das vitórias para seguir viva na competição.
Adversidade longe de casa
Mesmo com bons momentos na partida, o Ação sofreu com a forte pressão do Fortaleza e não conseguiu converter suas chances. A defesa mato-grossense foi vazada ainda no primeiro tempo, obrigando o time a buscar o empate sem sucesso. As dificuldades fora de casa revelam um desafio comum em torneios nacionais: o desgaste das viagens longas e o impacto emocional de atuar longe de seus torcedores.
Arena Pantanal: palco de virada?
Agora, a atenção se volta para a próxima rodada. No sábado (03), às 15h (horário de MT), o Ação recebe o Remo na Arena Pantanal, estádio que já foi palco de jogos históricos da Copa do Mundo. A expectativa é que o apoio da torcida mato-grossense impulsione uma reação. Curiosamente, o Remo também vive momento de recuperação, tornando o duelo ainda mais imprevisível.
Desempenho do Ação no Feminino A2: luz amarela acesa
Apesar do revés, o campeonato está apenas começando e ainda há margem para recuperação. Historicamente, equipes que tropeçam nas primeiras rodadas conseguem surpreender com ajustes rápidos. Em 2023, por exemplo, 30% dos clubes que perderam na estreia do Feminino A2 conseguiram avançar para a fase final, segundo dados da CBF. Para o Ação, cada jogo agora será decisivo para manter o sonho vivo.
Perguntas e respostas:
A Arena Pantanal pode impulsionar o Ação com o apoio direto da torcida local.
Sim, longas distâncias e pouco suporte logístico impactam o rendimento.
Em 2023, clubes como o JC-AM e o 3B da Amazônia começaram mal e avançaram de fase.
